Pesquisa sobre ferramentas digitais, realizada pela Robert Half, indica que, para 63% dos executivos entrevistados, o uso dos tablets já é visto como ferramenta que interfere positivamente nos negócios.Você gostou deste post?
terça-feira, 03 de maio de 2011 às 18:45
Pesquisa sobre ferramentas digitais, realizada pela Robert Half, indica que, para 63% dos executivos entrevistados, o uso dos tablets já é visto como ferramenta que interfere positivamente nos negócios.Você gostou deste post?
segunda-feira, 25 de abril de 2011 às 16:07
Os tablets podem até ser a nova febre da tecnologia, mas ainda não convenceram o mercado corporativo, afirma pesquisa do instituto Forrester Consulting.
Para o estudo, foram entrevistados diretores de TI, que tinham de responder sobre quais seriam os dispositivos capazes de torná-los mais produtivos. O notebook – citado por 59% dos executivos – ficou em primeiro, seguido pelos computadores de mesa (50%) e smartphones (41%).
Além de não serem vistos como essenciais, os tablets trariam mais problemas do que soluções, segundo a maioria dos executivos. No estudo, 58% deles disseram que o crescente número de dispositivos que devem ser suportados – e o custo que tudo isso envolve – são as principais preocupações antes de adquiri-los.
Fonte: IDG Now!
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segunda-feira, 18 de abril de 2011 às 19:31
O sucesso comercial dos tablets de mídia já apresenta reflexos nas previsões dos gastos globais com TI, que deverão aumentar 5,6% em 2011, chegando a 3,6 trilhões de dólares, aponta a empresa de pesquisas Gartner.
Os gastos com hardware – categoria na qual os chamados tablets de mídia estão inseridos – deverão crescer 9,5% em 2011, acima dos 7,5% registrados em 2010, prevê a empresa. No total, o hardware será responsável por 409 bilhões de dólares em gastos em 2011 – no ano anterior, esse valor foi de 374 bilhões.
Nessa categoria, os tablets deverão consumir 29,4 bilhões de dólares dos orçamentos de TI em 2011, bem mais do que os 9,6 bilhões registrados no ano passado – aumento de aproximadamente 206%. De acordo com o Gartner, até 2015 esses gastos deverão aumentar 52% ano a ano.
Fonte: ComputerWorld
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quinta-feira, 14 de abril de 2011 às 20:17
As vendas de computadores recuaram no primeiro trimestre pela primeira vez desde 2009, em meio à baixa demanda, atração de consumidores por tablets e foco do Japão em recuperação dos estragos causados pelo terremoto e tsunami que atingiram o país. As maiores fabricantes mundiais de computadores viram todas declínios anuais nas vendas. As vendas de PCs caíram 1,1% no primeiro trimestre, para 84,3 milhões de unidades no mundo, segundo a empresa de pesquisa de mercado Gartner. A expectativa da empresa era de alta de 3%.
A queda foi a primeira desde o segundo trimestre de 2009, quando a maior parte do mundo estava lidando com a crise financeira internacional. A empresa de pesquisa informou que as vendas foram pressionadas por baixa atividade no segmento de consumo, em meio à contenção de gasto dos consumidores e concorrência com aparelhos tablet.
A demanda de empresas por computadores foi muito mais forte, porém, segundo o Gartner, e vai provavelmente durar mais um ano, conforme as companhias substituem equipamentos mais antigos. No Japão, as vendas de PCs caíram 13% no trimestre. O Gartner ainda espera que as vendas mundiais de PCs cresçam 10,5% este ano, para 388 milhões de unidades. Em novembro, a empresa previa um crescimento anual de 15,9%.
Fonte: Folha
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sexta-feira, 08 de abril de 2011 às 14:45
Segundo os resultados de um estudo realizado sobre o comportamento dos usuários de tablets, divulgados nesta sexta-feira, 43% dos 1.400 entrevistados gastam mais tempo com os tablets do que com computadores de mesa ou outros portáteis como netbooks ou notebooks.
Os games são claramente a função mais utilizada nos dispositivos, segundo o estudo. Cerca de 84% das pessoas que responderam à pesquisa disseram usar os computadores para se divertirem com joguinhos. Em segundo lugar, está a procura por informações diversas, com 78%. Mandar e-mails é a terceira, com 74%, e ler notícias vem logo depois, com 61%.
Fonte: Folha
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